Windows 7: documentar tarefas agendadas antes da substituição

Uma tarefa pode existir no Agendador de Tarefas do Windows 7 e falhar no computador novo. Executáveis, pastas de trabalho, contas e destinos de rede fazem parte do processo. Este inventário regista o estado antigo; não executa, altera nem importa tarefas. Utilize uma conta autorizada no computador existente, sem o voltar a ligar à Internet para este fim.

1. Registar identidade e responsabilidade

Abra o Agendador de Tarefas pela pesquisa do menu Iniciar. Percorra a biblioteca e as subpastas. Selecione uma tarefa relevante e abra Propriedades. Anote caminho completo da pasta, nome, descrição, estado ativo ou desativado e responsável. Nomes iguais em pastas diferentes representam tarefas distintas. Comece pelas tarefas próprias e de aplicações; não transfira tarefas do sistema indiscriminadamente para outro Windows.

2. Ler todos os separadores

  • Geral: conta de execução, necessidade de sessão iniciada, privilégios mais elevados e compatibilidade configurada. Registe nomes de contas, nunca palavras-passe.
  • Acionadores: todos, incluindo data inicial, hora, repetição e estado ativo. Registe também data, hora e fuso horário do computador antigo, sem os alterar.
  • Ações: todas pela ordem apresentada. Para iniciar programas, separe caminho do executável, argumentos e pasta “Iniciar em”. Registe expressamente uma pasta de trabalho vazia.
  • Condições: inatividade, alimentação elétrica, reativação e rede. Um horário correto não garante a execução.
  • Definições: inícios perdidos, falhas, limite de duração e comportamento quando já existe uma instância em execução. Feche depois com Cancelar.

3. Acrescentar dependências

Associe cada ação à aplicação e versão necessárias, scripts, configurações e pastas de entrada e saída. Para letras de unidades de rede, esclareça a partilha real e as permissões da conta de execução. O acesso numa sessão interativa não prova o acesso de uma tarefa em segundo plano. Salvaguarde os ficheiros necessários pelo procedimento aprovado; o inventário não inclui esses ficheiros.

Argumentos ou scripts podem conter credenciais. Não copie segredos para capturas de ecrã ou documentação comum; identifique apenas o armazenamento protegido responsável. Marque dependências incertas como pendentes, sem alargar permissões nem mudar contas.

4. Interpretar as provas de execução

Anote última execução, último resultado e próxima execução. Leia os eventos existentes no Histórico. Um histórico desativado ou vazio não prova que a tarefa nunca correu. Este inventário não ativa o histórico retroativamente. Um processo indicado como bem-sucedido também não prova que o ficheiro esperado esteja completo ou que o processamento esteja correto. Compare registos da aplicação e resultados com o responsável.

Opcionalmente, schtasks /Query /FO LIST /V na linha de comandos apresenta informações detalhadas. Não inicia tarefas nem constitui uma cópia restaurável. Registe erros de acesso; nesse caso, não considere a lista visível completa.

5. Entregar sem ensaio descontrolado

Para cada tarefa, documente finalidade, responsável, todas as definições, ficheiros, permissões e questões pendentes. Defina resultado esperado e responsável pelo futuro teste isolado. Não clique em Executar para inventariar: tarefas podem enviar correio, alterar dados ou substituir cópias de segurança. Só um teste planeado separadamente no destino demonstra a possibilidade de migração. A documentação não é um export XML nem um teste de migração aprovado.

Fontes