Uma letra de unidade não revela quantos discos sustentam um espaço de armazenamento do Windows 8. Antes de migrar dados, identifique a relação entre agrupamentos, espaços e unidades físicas. Este inventário é apenas de leitura: não cria agrupamentos, não remove discos nem atualiza o formato de armazenamento. O Windows 8 já não é suportado; o inventário prepara a migração, mas não confirma a compatibilidade do sistema de destino.
1. Documentar a vista existente
Abra Painel de Controlo – Sistema e Segurança – Espaços de Armazenamento. Registe o PC, a versão do Windows, a data e cada agrupamento existente com o respetivo estado. Expanda os detalhes disponíveis. Se aparecer apenas a opção de criar um agrupamento, não o crie: isso não prova que os discos ligados estejam vazios. Pare se faltar um agrupamento esperado e esclareça a configuração original.
2. Registar três níveis separados
- Agrupamento: nome, capacidade total apresentada, capacidade utilizada ou livre e avisos.
- Espaço: nome, letra, agrupamento associado, tamanho lógico máximo, utilização e tipo de resiliência, como Simples, Espelho ou Paridade. Registe o que é apresentado, sem deduzir pelo número de discos.
- Unidades físicas: quantidade, nomes apresentados, capacidades, estado e identificadores únicos, quando disponíveis. Acrescente etiquetas existentes de caixas ou ligações sem desligar equipamentos nem abrir caixas.
Discos semelhantes podem ter nomes iguais. Uma identificação não resolvida continua pendente; uma letra de unidade não é um número de série. Guarde o inventário protegido fora deste agrupamento. Chaves de recuperação não pertencem a capturas de ecrã nem ao inventário geral.
3. Interpretar capacidade e proteção
Com aprovisionamento dinâmico, o tamanho lógico máximo pode ultrapassar a capacidade física disponível. O espaço livre no Explorador não comprova, por si só, uma reserva suficiente no agrupamento. Vários espaços podem partilhar o mesmo agrupamento. Espelhos e paridade precisam de capacidade adicional; não some tamanhos lógicos como se fossem discos instalados.
Um espaço simples não oferece essa tolerância a falhas. Espelhos ou paridade podem suportar determinadas avarias de discos, mas não são cópias independentes contra eliminação acidental, malware ou perda de todo o equipamento. Um estado saudável não é um teste de recuperação. Registe os avisos exatos e evite carga adicional de escrita; não remova, inicialize nem formate um disco suspeito por tentativa.
4. Preparar uma cópia independente
Liste os dados necessários de cada espaço. Se forem legíveis sem erros, copie-os para um destino autorizado fora do mesmo agrupamento. Verifique erros de cópia e abra ficheiros representativos no destino. Outra pasta no mesmo agrupamento não é uma cópia independente. Perante erros de leitura ou unidades a falhar, planeie primeiro uma cópia ou recuperação especializada em vez de forçar cópias completas repetidas.
Um membro físico do agrupamento não é uma cópia de ficheiros legível isoladamente. Em particular, o Windows 7 não suporta Espaços de Armazenamento. Não ligue membros individuais a outros sistemas por experiência nem aceite aí a inicialização. Mover o agrupamento completo ou atualizar o formato exige um plano separado de compatibilidade e retorno verificado. O inventário fica concluído quando relações, avisos, volume de dados, cópia externa verificada e pendências estão documentados.
Fonte: Microsoft: Virtualizing storage for scale, resiliency, and efficiency (2012).
