Atualização: 9 de setembro de 2026
A formatação elimina os dados do volume ou dispositivo selecionado. Não é recuperação de dados. Se ficheiros importantes estiverem ilegíveis e não existir uma cópia independente, pare; não formate nem inicialize. O texto antigo minimiza a perda de dados ao apresentá-la como eventual. O Windows não estava limitado ao FAT32; o antigo utilitário WD FAT32 não é aqui uma recomendação atual.
Para partilhar entre Windows e macOS, considere exFAT. NTFS permite ler e escrever no Windows, mas, por predefinição, apenas ler no macOS. APFS é uma opção para Mac, não um formato geral de intercâmbio com Windows. Consulte os manuais dos outros dispositivos. Nenhuma opção substitui uma cópia de segurança.
Copie primeiro os ficheiros necessários para outro disco e abra as cópias importantes. Identifique o destino pelo nome, capacidade e ligação. Verifique se existem várias partições; pare se não souber o que será eliminado. Garanta uma ligação estável.
Windows: apenas num volume externo reconhecido e identificado, abra Este PC no Explorador, clique com o botão direito e escolha Formatar. Confira destino e sistema de ficheiros antes de iniciar e confirmar a perda de dados. Mac: mostre todos os dispositivos no Utilitário de Discos e distinga dispositivo de volume. Apagar o dispositivo inteiro afeta todos os seus dados. Use o guia Apple abaixo apenas após uma cópia completa e verificação do formato e esquema de partições.
Depois copie um ficheiro de teste sem importância, ejete em segurança, volte a ligar e abra-o; teste ambos os sistemas se houver partilha. Mantenha a cópia de segurança. O sucesso não prova a fiabilidade de um disco antes problemático. Revisão de fontes, não um teste próprio do equipamento.
FAT32 não guarda ficheiros individuais de 4 GiB ou mais. 32 GB não é um limite universal de partição deste sistema de ficheiros. A generalização antiga sobre ficheiros invisíveis do Mac não é um diagnóstico fiável.
Western Digital: 51125; Apple: Disk Utility; Microsoft: NTFS / exFAT / FAT32.
Guia histórico de 2013 – informações desatualizadas e incorretas
Tradução histórica revista em 9 de setembro de 2026. O texto seguinte regista o artigo de 2013, incluindo afirmações incorretas e nomes de botões obsoletos; não é um procedimento atual. O original apresentava a reformatação como por vezes necessária, dizia que formatar um Western Digital My Passport era fácil, recomendava cópias porque os dados poderiam perder-se e elogiava o utilitário WD. Afirmava que Windows 2000, XP e Vista só criavam partições FAT32, limitava as partições a 32 GB e dizia que o desempenho da unidade não tinha relação com as partições. São afirmações históricas, não conclusões atuais.
Mac OS X: passos históricos
- Ligue o Western Digital My Passport já ligado ao computador também ligado.
- Abra o Finder e depois Aplicações.
- Em Utilitários, abra o programa para o disco ligado.
- Selecione a unidade a reformatar.
- Clique no controlo chamado ‘Remover’ no original, abra o menu, escolha FAT32 e introduza o nome do disco, se solicitado.
- Selecione ‘Remover’ e confirme novamente ‘Remover’ na caixa de diálogo.
PC Windows: passos históricos
- Instale o utilitário Western Digital FAT32 descarregado.
- Ligue o Western Digital My Passport já ligado ao computador também ligado.
- Abra o utilitário, escolha o disco externo e a opção descrita como restaurar a partição FAT32 original.
- Clique em Iniciar, confirme o aviso com OK e escolha Sim; o original descreve isto como ignorar a linha de comandos.
Conselhos e avisos históricos
- Faça uma cópia dos dados importantes ANTES da formatação.
- Ao reformatar um portátil, verifique se está ligado; o original não distingue claramente o portátil do disco externo.
- O original indica um limite inferior a 4GB para ficheiros FAT32.
- O original associa ficheiros invisíveis do Mac OS X a erros no Windows e diz que mover ou alterar um ficheiro o torna inutilizável. Esta generalização pouco clara não é um diagnóstico verificado.
- Para Mac OS X 10.6, o original diz que NTFS permite leitura, mas não escrita.
Ambos os procedimentos antigos terminam com ‘Concluído!’; isso não constitui uma verificação real do sucesso.
